Heron Santana

Entradas do Março 2008

Crianças vítimas da “ditadura da beleza”

pmbFri, 07 Mar 2008 16:52:02 +000052Sexta-Feira 19, 2007 · 6 Comentários

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O consumismo lança seus tentáculos cada vez com mais voracidade para o público infanto-juvenil, como mostra esta reportagem com o título “‘ditadura da beleza’” atinge também crianças.

Publicada originalmente no The New York Times, apresenta histórias de meninas que gastam horas no salão de beleza. Há o caso extremo de uma festa infantil realizada neste ambiente.

Hoje em dia, os fabricantes e o varejo de cosméticos cada vez mais direcionam seus sofisticados produtos e pacotes de serviços a meninas dos seis aos nove anos, que estão se transformando em consumidoras bem informadas de produtos de beleza, ainda antes de concluir o curso primário.

“O mercado de iniciantes definitivamente cresceu, acredito, devido a diversas influências culturais”, disse Samantha Skey, vice-presidente sênior de marketing estratégico da Alloy Media and Marketing.

O negócio, claro, tem respaldo na mídia. Programas de TV de realidade, como America’s Next Top Model, muitas vezes dependem dos segmentos nos quais produtos de beleza e penteados são utilizados para transformar uma das concorrentes, diz Skey.

Nos sites de redes sociais como o Facebook e o MySpace, a intensa concentração dos membros em seus próprios umbigos e a atenção à maneira pela qual eles se apresentam também influenciam as meninas de seis a nove anos, ainda que elas tecnicamente não possam criar perfis nesses sites.

“Vivemos em uma cultura de celebridade instantânea”, disse Skey. “Nossas meninas agora crescem acreditando que precisam estar sempre preparadas para as câmeras, caso haja um paparazzi de plantão”, acrescentou.

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Uma lamentável doutrinação para o ódio

pmbTue, 04 Mar 2008 22:48:54 +000048Terça-feira 19, 2007 · Deixe um comentário

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Em mais uma demonstração de que o Hamas pontua seu discurso mais na cultura do ódio e menos na fé muçulmana, a TV Al-Aqsa, ligada ao movimento, tem um programa infantil apresentado por um coelho que declara todo seu ódio aos israelenses.

O nome do coelho é Assud. Informa-se que tem nome de leão e aparência de coelho, e que costuma falar em ‘eliminar e comer (literalmente do verbo em inglês “to eat”) todos os judeus’ e também pede para que a gurizada esteja pronta para se sacrificar pela terra. 

Trata-se de uma manifestação lamentável de doutrinação de crianças para a intolerância, o celeiro de futuros homens-bomba e um sinal das dificuldades para a promoção da paz no Oriente Médio.

Expressa, também, que a questão deixou de ser há muito um fator religioso, uma vez que a violência, como se sabe, não vem a ser exatamente um postulado recorrente no Alcorão.

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Um modelo para o futuro

pmbMon, 03 Mar 2008 22:13:13 +000013Segunda-feira 19, 2007 · Deixe um comentário

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Jeff Bezos. Hoje é dia de Jeff Bezos. Hoje é dia de se inspirar na história de Jeff Bezos.

Durante um bom tempo, Jeff Bezos povoou meus sonhos. Ficava fascinado com a história do cara que venceu resistências para se estabelecer como o criador da maior loja virtual que já existiu, a revolucionária livraria Amazon. Jeff Bezos superou desconfianças, bolhas e quedas da Nasdaq. Mas mostrou-se um homem obstinado.

A nova aposta do homem que queria ser físico ou astronauta é o Kindle, esta engenhoca da foto acima que não parece, mas é uma biblioteca de mão. Pelo Kindle, você pode baixar ebooks da Amazon e ler no próprio aparelho. Com o Kindle, você leva os livros que mais curte para qualquer lugar. Segundo esta reportagem de Época Negócios, o Kindle tentar ser para a leitura o mesmo que o Ipod representou pra música. 

Como todo visionário, o “mastermind” da Amazon sabe que os livros de papel, na forma como Gutemberg descobriu há mais de 500 anos, é concorrente insuperável. Mas ele sabe que sua criação mira o futuro e futuras gerações. “As pessoas ainda amam o papel”, afirma, “mas as novas gerações farão tudo na tela”. 

Seria muito interessante se líderes focassem exemplos como Jeff Bezos para conduzir estratégias para um novo mundo. A vida seria mais interessante e enriquecedora se houvessem mais “Jeff Bezos” entre políticos, pastores, educadores e comunicadores.

 
 

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