Ariston Júnior, amigo estudante de Jornalismo, está com um blog interessante, O Comunicador.
Passe por lá e boa leitura.
Ariston Júnior, amigo estudante de Jornalismo, está com um blog interessante, O Comunicador.
Passe por lá e boa leitura.
Categorias: Blogroll

Saramago e o artigo que beira a desonestidade intelectual
“Compreendemos melhor o deus bíblico quando conhecemos os seus seguidores. Jeová, ou Javé, ou como se lhe chame, é um deus rancoroso e feroz que os israelitas mantêm permanentemente atualizado”.
O comentário acima, leitor, é do escritor português José Saramago. Como é de conhecimento geral, Saramago é ateu, um estilo de vida que, presume-se por notícias como esta, vai estar na moda em 2009.
Saramago encerra com as palavras acima um artigo, que você pode ler aqui, sobre a guerra entre palestinos e israelenses na Faixa de Gaza.
Não precisa muito esforço para entender que o sangue derramado em Gaza não resulta necessariamente da religião. Na Guerra do Oriente Médio, o que menos interessa, nos dias de hoje, é o judaísmo de um ou o islamismo de outro. O que está em jogo é poder. O poder político. De um lado, israelenses de direita ou de extrema-direita aproveitando o momento para promoção de seus interesses. De outro, o Hamas, um grupo terrorista disfarçado de partido político que não pensa duas vezes antes de fazer de crianças palestinas escudos e troféus para sua causa.
A briga, portanto, é política. Saramago, que faz apologia ao ateísmo, prega contra Javé e o Judaísmo como se a religião fosse responsável pela barbárie. Como se os fuzis israelenses, um Estado laico, apontassem contra os palestinos em nome da fé. Saramago é comunista, a mesma ideologia responsável por mais de 70 milhões de mortos na China de Mao Tsé Tung, e outros tantos na União Soviética, e mais outros milhares pelo regime de Fidel em Cuba, e mais outros milhões pelas ditaduras comunistas da África. Todos mortos em nome de um regime que Saramago defende como sendo a salvação da humanidade.
É por essas e outras que a gente percebe a irrelevância dos intelectuais no debate contemporâneo, e a sua desimportância diante da sociedade.
Categorias: Política
Sergio Vieira de Mello é um personagem fascinante, e é uma pena que o Brasil tenha descoberto sobre a vida e a missão desse diplomata brasileiro por ocasião de sua morte tão trágica. Corajoso e carismático, Sérgio parecia fazer da diplomacia um sacerdócio. Talvez porque tenha sofrido tanto com a intolerância. Desde jovem, teve de abandonar o País porque seu pai, também diplomata, era perseguido pela ditadura militar brasileira. Ainda jovem começou a trabalhar na Organização das Nações Unidas. E foi na ONU que ele testemunhou situações da história contemporânea das tragédias humanas, como a de Ruanda, que terminou em uma das mais graves crises humanitárias do século 20, e a do Timor Leste, que culminou em bem-sucedida transição para a independência. Sérgio Vieira de Mello assumiu a difícil posição de chefe da missão da Onu no Iraque após a invasão americana, sem o apoio do governo americano e contando com a antipatia dos representantes dos Estados Unidos no Iraque. Sua vida agora é contada por Samantha Power, uma jovem estrela das relações internacionais, no livro O Homem que Queria Salvar o Mundo, da editora Cia. das Letras.
Ou seja: é leitura obrigatória e vou devorar assim que estiver em minhas mãos!
Categorias: Política · Uncategorized
Etiquetado: livro
Os jovens querem mudança. As mulheres querem mudança. Os evangélicos querem mudança. As urnas de Iowa, que deram vitória a Barack Obama e Mike Huckabee como candidatos a sucederem George Bush no governo americano, teriam uma expressão na mídia muito menor se estenão fosse o sentimento predominante nos Estados Unidos.
Obama atropelou Hillary Clinton. Talvez não repita esta performance, mas só o espaço que vem conquistando na mídia depois deste feito já lhe garante uma incrível vantagem para o resto do pleito.
Para a senadora americana, que sofreu a derrota na largada e ainda o dissabor de um flagrante em péssimo momento de seus 60 anos, aparentemente vividos com muito vigor – nesta reportagem do Washyngton Post, uma imagem aparentando fadiga enorme em detrimento dos sorrisos em eventos publicos ou mesmo em materiais de campanha -, resta o apelo para a experiência política e para o charme e carisma do marido, Bill Clinton.
De Iowa, Obama evocou o lulismo no discurso. “A esperança vai vencer o medo”, base da mensagem do primeiro negro com chances reais de chegar a Casa Branca, também larga na frente como o maior deja vu de 2008.
Do lado republicano, tudo conspira para uma cruzada cristã. De um lado, Huckabee, ex-pastor batista, com pouco dinheiro e muito discurso religioso – ele quer, entre outras coisas, exigir o ensino do criacionismo nas escolas – não tomou conhecimento de Mitt Romney, candidato mórmon milionário, com mais experiência e posições mais moderadas.
Como em Iowa reside uma das maiores concentrações de evangélicos da nação, torna-se pouco provável que Huckabee repita o feito nesta terça-feira, em New Hampshire, um colégio eleitoral bem mais importante e que pode trazer reverberações ainda mais fortes para o decorrer da campanha. De qualquer forma, o ex-governador do Arkansas ganhou de presente uma intensa visibilidade na imprensa, como nunca sonhara, possivelmente.
Enquanto isso, este blog, reverente ao fundamento profético, continua atento ao pleito americano. Pode ser um mover de pedras para a definição dos dias finais da Terra, de acordo com as Escrituras. Esperemos e acompanhemos.
A propósito, uma das coberturas mais decentes do processo eleitoral nos Estados Unidos vem sendo feito pela BBC Brasil. Você pode acompanhar clicando aqui.
Categorias: Política
Neste sabado volto para minha antiga igreja e vou falar um pouco sobre o desafio do Cristianismo nestes dias atuais. O assunto me interessa muito, pois acredito mesmo que estamos vivendo momentos de definicao para o futuro da humanidade.
Claro que vai ser falado sobre profecia, assunto que tem a ver com o momento vivido pela principal potencia do Planeta, os Estados Unidos, onde Obama largou na frente. Sobre este assunto, volto depois.
(Meu teclado insiste em ignorar acentos. Vou tentar corrigir depois).
Categorias: Política