Em tempos de crise mundial de alimentos, beira o desumano a informação de que 27% da comida produzida nos Estados Unidos vai parar no lixo, conforme esta denúncia do New York Times. O resultado disso chega a quase 500 gramas por pessoa por dia.

Como a matéria lembra, isso acontece em todo o lugar. Todos os dias, toneladas de frutas e verduras perdem-se em feiras livres. Mercearias descartam alimentos ao menor sinal de insatisfação, restaurantes entopem latas de lixo, sem falar de sobras que dariam para alimentar boa parcela de famintos no planeta. Falta política para isso, orientação, mas é pouco provável que haja qualquer mobilização global a este respeito.


A imagem acima pode parecer meio chocante - crianças africanas bebendo água diretamente de um rio -  mas por incrível que pareça, ela é uma imagem de esperança. As crianças estão usando o LifeStraw - em português, canudo da vida - um purificador de água portátil que elimina 99% das bactérias da água e filtra partículas de até 15 mícrons (1 mícron equivale à milésima parte de um milímetro).

Em todo o mundo, cerca de 1 bilhão de pessoas não têm acesso à água potável. Ao invés de ficar lendo sobre estatísticas aterradoras, você pode ajudar efetivamente a mudar essa situação. O site do LifeStraw aceita doações de todas as partes do mundo via PayPal ou cartão de crédito internacional. Um canudo, enviado para as regiões em conflito na África custa apenas €3,50 e pode ser usado durante um ano.

(Do site Mude o Mundo)


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O consumismo lança seus tentáculos cada vez com mais voracidade para o público infanto-juvenil, como mostra esta reportagem com o título “‘ditadura da beleza’” atinge também crianças.

Publicada originalmente no The New York Times, apresenta histórias de meninas que gastam horas no salão de beleza. Há o caso extremo de uma festa infantil realizada neste ambiente.

Hoje em dia, os fabricantes e o varejo de cosméticos cada vez mais direcionam seus sofisticados produtos e pacotes de serviços a meninas dos seis aos nove anos, que estão se transformando em consumidoras bem informadas de produtos de beleza, ainda antes de concluir o curso primário.

“O mercado de iniciantes definitivamente cresceu, acredito, devido a diversas influências culturais”, disse Samantha Skey, vice-presidente sênior de marketing estratégico da Alloy Media and Marketing.

O negócio, claro, tem respaldo na mídia. Programas de TV de realidade, como America’s Next Top Model, muitas vezes dependem dos segmentos nos quais produtos de beleza e penteados são utilizados para transformar uma das concorrentes, diz Skey.

Nos sites de redes sociais como o Facebook e o MySpace, a intensa concentração dos membros em seus próprios umbigos e a atenção à maneira pela qual eles se apresentam também influenciam as meninas de seis a nove anos, ainda que elas tecnicamente não possam criar perfis nesses sites.

“Vivemos em uma cultura de celebridade instantânea”, disse Skey. “Nossas meninas agora crescem acreditando que precisam estar sempre preparadas para as câmeras, caso haja um paparazzi de plantão”, acrescentou.


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Em mais uma demonstração de que o Hamas pontua seu discurso mais na cultura do ódio e menos na fé muçulmana, a TV Al-Aqsa, ligada ao movimento, tem um programa infantil apresentado por um coelho que declara todo seu ódio aos israelenses.

O nome do coelho é Assud. Informa-se que tem nome de leão e aparência de coelho, e que costuma falar em ‘eliminar e comer (literalmente do verbo em inglês “to eat”) todos os judeus’ e também pede para que a gurizada esteja pronta para se sacrificar pela terra. 

Trata-se de uma manifestação lamentável de doutrinação de crianças para a intolerância, o celeiro de futuros homens-bomba e um sinal das dificuldades para a promoção da paz no Oriente Médio.

Expressa, também, que a questão deixou de ser há muito um fator religioso, uma vez que a violência, como se sabe, não vem a ser exatamente um postulado recorrente no Alcorão.


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Jeff Bezos. Hoje é dia de Jeff Bezos. Hoje é dia de se inspirar na história de Jeff Bezos.

Durante um bom tempo, Jeff Bezos povoou meus sonhos. Ficava fascinado com a história do cara que venceu resistências para se estabelecer como o criador da maior loja virtual que já existiu, a revolucionária livraria Amazon. Jeff Bezos superou desconfianças, bolhas e quedas da Nasdaq. Mas mostrou-se um homem obstinado.

A nova aposta do homem que queria ser físico ou astronauta é o Kindle, esta engenhoca da foto acima que não parece, mas é uma biblioteca de mão. Pelo Kindle, você pode baixar ebooks da Amazon e ler no próprio aparelho. Com o Kindle, você leva os livros que mais curte para qualquer lugar. Segundo esta reportagem de Época Negócios, o Kindle tentar ser para a leitura o mesmo que o Ipod representou pra música. 

Como todo visionário, o “mastermind” da Amazon sabe que os livros de papel, na forma como Gutemberg descobriu há mais de 500 anos, é concorrente insuperável. Mas ele sabe que sua criação mira o futuro e futuras gerações. “As pessoas ainda amam o papel”, afirma, “mas as novas gerações farão tudo na tela”. 

Seria muito interessante se líderes focassem exemplos como Jeff Bezos para conduzir estratégias para um novo mundo. A vida seria mais interessante e enriquecedora se houvessem mais “Jeff Bezos” entre políticos, pastores, educadores e comunicadores.

 
 

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Gilberto Dimenstein comenta o esforço do Governo de São Paulo para premiar o bom professor.

A secretária estadual da Educação, Maria Helena Guimarães, vai anunciar o pagamento de bônus aos servidores das escolas, do faxineiro ao diretor, a partir basicamente do desempenho dos alunos. Os melhores resultados serão recompensados. É a cultura do  mérito na educação, o que, já adianta Dimenstein, vai provocar chiadeira e ranger de dentes entre os sindicalistas.

Eles vão defender, é claro, a isonomia salarial. Sobre este assunto, a própria secretária, nas páginas amarelas de Veja desta semana, se posiciona como um mal a ser combatido. “A velha política de isonomia salarial contribui para a acomodação dos professores numa zona de mediocridade”, observou.


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Pelos meus cálculos, minha filha Giovanna, de um ano e seis meses, já conhece 88 palavras. Contabilidade nunca foi o meu forte, o que, presume-se, posso estar errado, e ela saiba um tanto mais ou menos. De qualquer forma, considero notável que ela expresse o seu mundo, seus sentimentos e mesmo opiniões com menos de uma centena de palavras.

Com 88 palavras, ela diz que ama o papai. Com 88 palavras, diz que ama a mamãe. Com 88 palavras, repreende o “au au”. Com 88 palavras, manda o papai sentar. Com 88 palavras, manda a mamãe dormir. Com 88 palavras, pede água de coco na barraquinha da praia. Com 88 palavras, bate um papo com Jesus. Com 88 palavras, fala que quer dormir. Com 88 palavras, pede água e comida. E pede também para brincar e passear.

Talvez a corujice seja um tanto irracional. Mas estou mesmo emocionado com a capacidade de expressão de minha princesa. Quem sabe um dia seja uma grande oradora. Quem sabe, um Barack Obama de saias. Ou um padre Vieira de salto. Ou um Rui Barbosa de escova progressiva. Talvez isto aconteça. Por enquanto, ah, que maravilha! Ela mostra uma visão de mundo mais bacana, mais bonita, e até com mais esperança pros pais. E tudo isso com apenas 88 palavrinhas! 


“Embora a ciência esteja conosco de forma razoavelmente bem estabelecida há apenas 200 anos, já fez mais pelo bem-estar da humanidade do que todas as rezas e mandingas de religiosos durante milênios”.

É assim, com argumentos absurdamente indefensáveis, que Hélio Schwartsman se dedica a defender a ciência como algo em que se pode acreditar, enquanto que posição favorável à religião, subentende-se, é coisa do Capitão Caverna.

Segue, portanto, o CCC - Comando de Caça aos Criacionistas, seres de segunda categoria que precisam ser calados e combatidos.

Para quem não lembra, o CCC era o Comando de Caça aos Comunistas, um comitê de combate à doutrinação comunista de Moscou, Cuba e adjacências, alimentado pela Guerra Fria. O CCC foi uma ação que gente como Schwartsman se posicionaria contra, logicamente.

Hoje, do alto de minha alienação e olhando o passado, só resta lembrar George Orwelll: todas as pessoas são iguais, mas algumas são mais iguais do que as outras.


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Em especial conduzido por Ana Paula Padrão, o programa SBT Realidade apresentou, nesta quarta, por volta das 23h, uma série de reportagens sobre os segredos para uma vida longa. Mostrou os habitantes da Ilha de Okinawa, no Japão, e também os moradores de Loma Linda. A reportagem salientou o vegetarianismo e a fé, entre os adventistas de Loma Linda, como fatores que influenciam na longevidade.

O site do programa disponibiliza este vídeo, que se resume apenas a Okinawa.


A Prefeitura do Recife vai distribuir a “pílula do dia seguinte” durante o Carnaval. A medida servirá para garantir ”os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres também no período carnavalesco”, diz a gerente de Atenção à Saúde da Mulher da Secretaria da Saúde de Recife, Benita Spinelli. A Igreja Católica qualificou a medida como um “desserviço”.

Do ponto de vista moral, trata-se da exacerbação da campanha pró-camisinha, algo que já descabela quem deseja um mundo minimamente civilizado. A esta preocupação, soma-se outra agora, que envolve um problema de saúde pública: afinal, está ou não nas entrelinhas um convite ao sexo ainda mais irresponsável, descambando para o aumento de doenças sexualmente transmissíveis?

Vai ter até um gabinete para orientar as pessoas que procurarem pelo preservativo. Não, não vai haver nenhum gabinete orientando sobre a eficiência da abstinência sexual como método contraceptivo. Esqueça. 


O feijão nosso de cada dia comum na mesa de milhões de brasileiros está cada dia mais caro e tem chamado a atenção de especialistas. Com o preço chegando à estratosfera, tem sido responsável pelo aumento da cesta básica.

 

Todo dia é um preço novo. A média foi de R$ 2,27 a R$ 5,72, dados do Dieese, mas aqui pertinho de casa já vi a R$ 7,38. e a coisa tende a piorar, já que a safra de dezembro ainda nem começou por conta da estiagem.

 

Com isso, a população brasileira vê ameaçada a tradicional tabelinha feijão com arroz, apontado por nutricionistas como uma parceria inigualável para a dieta nacional.


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Seria ótimo se o Kiva fizesse o mesmo sucesso no Brasil que o Orkut, seu inspirador.

 

Definido em reportagem da revista Veja como o “Orkut da Filantropia” (Aqui para assinantes), o Kiva é o primeiro site de relacionamentos a possibilitar que empreendedores de baixa renda encontrem pessoas ao redor do mundo dispostas a ajudá-las online, sem intermediários.

 

O site existe há dois anos, e suas operações chegaram a quase 40 paises e movimentaram 19 milhoes de dolares. Tudo isso com apenas duas ferramentas: o computador e um cartão de credito.

 

A matéria traz historias ótimas, como uma feirante equatoriana que tomou 925 dólares de empréstimo e aumentou o estoque de frutas de uma barraca que mantem em Guaiaquil, da qual tira o sustento dos três filhos.

 

Palmas efusivas para a filantropia online!


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O lançamento do Canal de TV via internet em língua árabe deve ser recebido como a principal inserção da evangelização adventista no Oriente.

Numa região de conflitos intensos, palco de violência fratricida entre povos monoteístas e irmãos, o povo árabe vai ter acesso a uma mensagem de esperança.

Palmas para uma das mais surpreendentes decisões da igreja mundial nesta virada do ano.

Clique aqui e acompanhe.


Huckabee x Obama

Os jovens querem mudança. As mulheres querem mudança. Os evangélicos querem mudança. As urnas de Iowa, que deram vitória a Barack Obama e Mike Huckabee como candidatos a sucederem George Bush no governo americano, teriam uma expressão na mídia muito menor se estenão fosse o sentimento predominante nos Estados Unidos.

Obama atropelou Hillary Clinton. Talvez não repita esta performance, mas só o espaço que vem conquistando na mídia depois deste feito já lhe garante uma incrível vantagem para o resto do pleito.

 

Para a senadora americana, que sofreu a derrota na largada e ainda o dissabor de um flagrante em péssimo momento de seus 60 anos, aparentemente vividos com muito vigor - nesta reportagem do Washyngton Post, uma imagem aparentando fadiga enorme em detrimento dos sorrisos em eventos publicos ou mesmo em materiais de campanha -, resta o apelo para a experiência política e para o charme e carisma do marido, Bill Clinton.

Hillary

De Iowa, Obama evocou o lulismo no discurso. “A esperança vai vencer o medo”, base da mensagem do primeiro negro com chances reais de chegar a Casa Branca, também larga na frente como o maior deja vu de 2008.

 

Do lado republicano, tudo conspira para uma cruzada cristã. De um lado, Huckabee, ex-pastor batista, com pouco dinheiro e muito discurso religioso – ele quer, entre outras coisas, exigir o ensino do criacionismo nas escolas – não tomou conhecimento de Mitt Romney, candidato mórmon milionário, com mais experiência e posições mais moderadas.

Como em Iowa reside uma das maiores concentrações de evangélicos da nação, torna-se pouco provável que Huckabee repita o feito nesta terça-feira, em New Hampshire, um colégio eleitoral bem mais importante e que pode trazer reverberações ainda mais fortes para o decorrer da campanha. De qualquer forma, o ex-governador do Arkansas ganhou de presente uma intensa visibilidade na imprensa, como nunca sonhara, possivelmente.

Enquanto isso, este blog, reverente ao fundamento profético, continua atento ao pleito americano. Pode ser um mover de pedras para a definição dos dias finais da Terra, de acordo com as Escrituras. Esperemos e acompanhemos.

A propósito, uma das coberturas mais decentes do processo eleitoral nos Estados Unidos vem sendo feito pela BBC Brasil. Você pode acompanhar clicando aqui.


Obama

04Jan08

Obama

Neste sabado volto para minha antiga igreja e vou falar um pouco sobre o desafio do Cristianismo nestes dias atuais. O assunto me interessa muito, pois acredito mesmo que estamos vivendo momentos de definicao para o futuro da humanidade.

Claro que vai ser falado sobre profecia, assunto que tem a ver com o momento vivido pela principal potencia do Planeta, os Estados Unidos, onde Obama largou na frente. Sobre este assunto, volto depois.

(Meu teclado insiste em ignorar acentos. Vou tentar corrigir depois).




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